quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Mario Sergio Cortella - Liderança


Foto retirada do site http://farm1.static.flickr.com/30/45311499_99494d8808.jpg em 21/10/2010 às 21h02


Liderança: Dom ou virtude?

“Se é um dom, quem tem, tem. Quem não tem, não tem. Assim, não teria razão para cursos e livros sobre o tema”. Mário Sergio Cortella.

Segundo Cortella, liderança é uma virtude, ou seja, uma força intrínseca. Algo que vem de dentro e que faz parte da pessoa. “Qual é a diferença entre o líder e o liderado? É a circunstância. Ou seja, a ocasião ou a situação”.

Será que todo colaborador tem conhecimento de sua obra na organização? Será que ele sabe o motivo pelo qual está trabalhando e a influência que seu trabalho tem sobre o todo? “... Uma das tarefas do líder é esclarecer a obra coletiva”.

Vamos citar um exemplo comum:

A maioria dos adolescentes do sexo masculino inicia sua jornada de trabalho como Office-boy. Um cargo relativamente comum e que para muitos é apenas um início. Estes adolescentes têm em sua mente que são tapa buracos, faz de tudo um pouco e para todos. Em partes, existe uma verdade sobre isto, faz de tudo um pouco, mas não são tapa buracos, são mais do que isso é a extensão de muitas tarefas e muitas vezes a conclusão de um trabalho de muitas pessoas. Por exemplo: A área de finanças faz um trabalho árduo e longo sobre os impostos de uma empresa e identificam algumas irregularidades. Os mesmos emitem alguns boletos para quitar as dividas pendentes e em sua maioria, quem são as pessoas que pagam estes boletos? Sim, os Office-boys. Imaginem se por algum motivo, eles não realizam tal pagamento? Sabe-se o tempo que será desperdiçado? Os juros que seram pagos em cima deste atraso? Bom, creio que da para saber a importância que este cargo tem sobre uma organização.

“Liderança não é cargo é função. É algo que você faz, mas não está ligada a hierarquia”. Mário Sergio Cortella.

Olhando para as palavras de Cortella e para nossa vivência nas organizações, para muitos fica claro todas essas afirmações. Alguns de nós temos apenas chefes, pessoas que apenas delegam e querem ver o fim, sem saber os meios para se chegar ao trabalho final; pessoas (chefes) que sequer são capazes de ouvir opiniões e sugestões, apenas criticam, ou se aprovam, de certa forma tentam ter êxito sobre a idéia de um funcionário. Basicamente, cultivam a cultura do ganha/perde. Diferente do líder que eleva o colaborador consigo.

Os líderes nos impulsionam a procurar o aprendizado contínuo, que é força que nos motiva a sempre estar buscando o conhecimento e saber que nada sabemos. 

“O chefe você obedece. O líder você segue e admira”. “O Líder é capaz de inspirar, motivar e animar pessoas, idéias e projetos”. Mário Sergio Cortella.

Cortella destaca as cinco competências do Líder, que nós relacionamos as cinco disciplinas de Peter Senge para um melhor entendimento.

1) Cortella - Abrir a mente – “O líder deve ficar atento àquilo que muda e estar sempre disposto a aprender”. 

1) Senge - Expandir nossos Modelos Mentais, a capacidade de criar suposições e trabalhar nosso Domínio Pessoal, aprender continuamente e atingir os resultados esperados.

2) Cortella - Elevar a equipe – “O liderado percebe claramente quando você é capaz de, ao crescer, levá-lo junto”.

2) Senge – Aprendizagem em Equipe, deixar nossa arrogância de lado e aprender coletivamente, buscando os resultados esperados.

3) Cortella - Recrear o espírito – “As pessoas devem se sentir bem e ter alegria onde estão. Seriedade não é sinônimo de tristeza. Tristeza é sinônimo de problema”.

3) Senge – Domínio Pessoal e Aprendizagem em Equipe.

4) Cortella - Inovar a obra – “Liderar pressupõe a capacidade de se reinventar, de buscar novos métodos e soluções”.

4) Senge – Domínio Pessoal e Modelos Mentais.

5) Cortella - Empreender o futuro – “Não nascemos prontos, também não somos inéditos, mas tampouco somos ilhas”.

5) Senge – Visão Compartilhada, em conjunto buscar estratégias para alcançar os objetivos no futuro, criando possíveis cenários.


Para um bom conhecedor, vocês se perguntam, e o Pensamento Sistêmico?


Um líder, não é líder por apenas ser carismático, não é líder por apenas ser profissional, não é líder por apenas saber o futuro e as estratégias, não é líder por apenas expandir a mente dos colaboradores, um líder é líder por ter todos estes atributos e ser capaz de aprender todos os dias com seus colaboradores ou liderados.

Existe uma passagem na Bíblia que mostra Jesus lavando o pé de seus discípulos e resumidamente a mensagem é: Um líder é capaz de se colocar na posição de seu colaborador.



Fontes e Referências:



SENGE, Peter M. A Quinta Disciplina. 25ª. ed. Rio de Janeiro: Best Seller, 2009.

CORTELLA, Mario S. Qual é a tua Obra?. 6ª. ed. Rio de Janeiro: Vozes, 2007.

Mario Sergio Cortella - Gestão

“Os ventos do mercado mundial batem para lá e para cá. Você pode não controlar os ventos, mas pode redirecionar as velas”, disse Mario Sergio Cortella ao público do Fórum HSM de Gestão e Liderança 2010.







Gestão – Visão de Mário Sergio Cortella

“A competência, num mundo de mudança veloz, também é coletiva. Não está mais apoiada em um indivíduo e sim num grupo de indivíduos. Assim, minha competência acaba quando acaba a do outro”. Mário Sérgio Cortella

As organizações passaram por grandes mudanças, os gestores tiveram que se adaptar a um novo modelo de gestão, que foca as pessoas como principal fonte de conhecimento e vantagem competitiva.

Cortella diz que o novo modelo de gestão está em constante processo de mudança, que não há mais empresas qualificadas e sim aquelas que qualificam seus colaboradores, onde a competência é algo coletivo e não de propriedade individual, logo deve ser compartilhada.

As empresas qualificadoras devem romper com o desafio de transformar o conhecimento tácito  de seus funcionários em conhecimento explícito e assim propagar este conhecimento na organização, a fim de desenvolver uma visão compartilhada dos objetivos e propósitos comuns.

“Educação continuada pressupõe a capacidade de dar vitalidade às competências, às habilidades, ao perfil das pessoas.”

Durante o Fórum de Gestão e Liderança em entrevista ao portal HSM On-line,  rememorando Beda, um monge do oitavo século, Cortella afirmou que existem três caminhos para o sucesso neste mundo em que evolução ainda significa desaparecimento:

• Ensinar o que se sabe, isto é, ter generosidade mental.
• Ter coerência ética.
• Ter humildade intelectual.

Cortella e Peter Senge concordam nos seguintes quesitos: O coletivo é algo imprescindível em uma organização e se os indivíduos conseguirem compartilhar entre si e também com a organização, isto resultará em um ambiente de contínuo aprendizado e crescente conhecimento.

A maior dificuldade encontrada no trabalho em equipe é o fato das pessoas possuírem seus próprios propósitos o que acaba traduzindo-se em buscas de objetivos individuais, porém cabe ao gestor o papel de alinhar estes objetivos com os indivíduos da organização a fim de buscar resultados coletivos.

Cortela menciona sobre competência coletiva, existe uma conversa que é mais antiga que usava muito a noção de competência como individual. Há 20, 30 anos atrás minha competência acabava quando começa a do outro.

Quem tinha competência dizia assim: Vou guardar para mim. Desta forma, ninguém vai tomar o meu lugar!

Quem tinha uma incompetência  ou uma dificuldade dizia: Não vou falar para ninguém. Se não, me mandam embora!

Cortela nos diz que existem 2 atitudes hoje que são perigosas e um mundo de velocidade, mudança, rapidez de processos, é preciso que uma organização fortaleça a competência individual atrelado ao conjunto dos indivíduos.

Ele coloca como resumo, uma frase antiga de Guimarães Rosa: " É junto dos bãos que você fica mió"



Traduzindo as 5 Disciplinas de Peter Senge:


Pensamento Sistêmico:    a organização não é um sistema isolado, é parte de vários e diferentes sistemas integrados; Em uma organização de aprendizagem, os membros consideram a organização um sistema no qual o trabalho de cada pessoa afeta o trabalho de todas.

Domínio Pessoal: enfatiza os indivíduos seus objetivos, sua capacidade de analisar objetivamente a realidade.

Modelos Mentais: são padrões que influenciam as atitudes e percepções dos indivíduos sobre o mundo. Muitas vezes estão arraigados não possibilitando conexões de ações, gerando resistências e impedindo a aprendizagem. O desafio a estes modelos é o questionamento das suposições, que podem assim abrir um mundo de oportunidades.

Visão Compartilhada: os indivíduos da organização devem desenvolver um propósito e um comprometimento comum para que a empresa continue aprendendo. É através dela que se reúnem as condições para o crescimento individual grupal e organizacional, através de um processo aceito voluntariamente por todos. Depende muito de uma liderança eficaz.

Aprendizado em Grupo:  é a capacidade dos indivíduos deixarem de lado suas idéias preconcebidas e busca pensar conjuntamente, visando, com isto, alcançar os resultados que julgam desejáveis.


O breve descritivo acima tem o objetivo de traduzir ao leitor que ainda não conhece as cinco disciplinas de Peter Senge, o que significa cada uma delas, para que deste modo possa encontrar semelhanças entre a visão destes dois grandes autores e por fim poder criar sua própria percepção sobre o tema, possibilitando  relacionar os conceitos de  Gestão, Liderança e Ética apresentadas  por Cortella com as Cinco disciplinas de Peter Senge.

Entrevistado: Mario Sergio Cortella - HSM Management

Conhecendo Mario Sergio Cortella e seu Livro Qual é a tua Obra?

Vocês devem se perguntar ao Ler isto. O tema do Blog não é Aprendizagem Organizacional e para ser mais específico, As 5 disciplinas de Peter Senge? Sim, de fato. Mais não podemos falar de Aprendizagem Organizacional, sem citar este Autor estupendo, Mario Sergio Cortella.

Cortela nos remete a pensar sobre Gestão, Liderança e Ética.

No Post anterior, explicamos o que é aprendizagem organizacional e as cinco disciplinas de Peter Senge.

Podemos falar que uma pessoa que trabalha seu domínio pessoal não possui ética? Diríamos que a probabilidade seria bem baixa. Mais do que isso, para conhecimento dos leitores, segundo Cortela, não existe ninguém sem ética, existe uma pessoa aética, mais não sem ética. (No próximo Post, iremos trazer um vídeo dividido em duas partes, onde o entrevistador Jô Soares, conversa com o Cortela sobre seu Livro “Qual é a Tua Obra” e o mesmo nos da uma visão geral, sobre Ética, Moral, Amoral, entre outras coisas que vocês devem conferir. Tenho certeza absoluta que isso irá aguçar a vontade de vocês sobre o tema e o mais importante, aprender a aprender).


Conhecendo um pouco mais de Cortella...

Mario Sergio Cortella é filósofo com mestrado e doutorado em educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), na qual é professor titular do Departamento de Fundamentos da Educação e da Pós-Graduação em Educação desde 1977. Atuou por 32 anos também no Departamento de Teologia e Ciências da Religião na mesma universidade. É docente convidado da Fundação Dom Cabral e do GVpec da FGV-SP. Foi secretário municipal de Educação de São Paulo (1991-1992). É autor, entre outras obras, de A Escola e o Conhecimento (Cortez), Nos Labirintos da Moral, com Yves de La Taille (Papirus), Não Espere Pelo Epitáfio: Provocações Filosóficas (Vozes), Não Nascemos Prontos! (Vozes), Sobre a Esperança: Diálogo, com Frei Betto (Papirus), O que é a Pergunta?, com Silmara Casadei (Cortez), Liderança em Foco, com Eugênio Mussak (Papirus) e Qual é a Tua Obra? Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética (Vozes).



Foto retirada do site http://www.fundacaoitaipu.com.br/box/livros/imagens/livro_tua_obra.jpg em 21/10/2010 às 21h19


Qual é a tua Obra?

É algo muito pessoal e que cada ser deve fazer uma reflexão e responder está pergunta. "É ser reconhecido? Desenvolver a capacidade de aprender sempre? Saber o significado da sua poiesis? Encontrar-se naquilo que faz? Enfrentar a jornada do herói? Saber a diferença entre erro e negligência? Saber que não sabe? Ser humilde? Aproveitar as oportunidades? Enfrentar o medo da mudança? Saber o tamanho que você tem dentro do planeta? Ter medo da satisfação? Saber lidar com a velocidade das mudanças? Combater o bom combate? Aprender a agir sem cautela imobilizadora nem ímpeto inconsequente? Administrar o tempo e distinguir o que é urgente do que é importante? Ser capaz de inspirar pessoas, projetos, e situações? Enquanto líder, animar as pessoas a se sentirem integradas à obra? Ter a capacidade de se reinventar, de buscar novos métodos e soluções? Ser ético ou antiético? Ser íntegro? Conseguir enxegar o outro como outro, e não como estranho? Ser ambicioso, mas não ganancioso? Distinguir o que é essencial do que é fundamental?". (Cortella, 2009).

Por hoje é só... Com está visão poderemos ampliar nossos conhecimentos sobre o tema: Aprendizagem Organizacional.



Abaixo indicamos a entrevista de Jô Soares à Mario Sérgio Cortella, onde o próprio autor fala um pouco do livro "Qual é a tua obra? Inquietações propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética".
A entrevista está dividiva em duas partes/vídeos.

[Parte 1]
 
                                   
[Parte 2]





                               

Aprendizagem Organizacional e as Cinco Disciplinas de Peter Senge

Aprendizagem Organizacional
 

"Nas organizações que aprendem, as pessoas expandem continuamente sua capacidade de criar resultados que elas realmente desejam, onde maneiras novas e expansivas de pensar são encorajadas aonde a aspiração coletiva é livre, e onde as pessoas estão constantemente aprendendo a aprender coletivamente". (Peter Senge)

Caros, segue um trecho sobre o tema Aprendizagem Organizacional abordado pela PUC – Rio Grande do Sul em seu Boletim do GTPE, Número 18:

"Pessoas aprendem. Aprendem a andar, falar, estudar. Aprendem a viver em sociedade, envelhecer, amar. Aprendem a construir, transformar, criar. Aprendem novas línguas, novos conhecimentos, novas habilidades. Aprendem a trabalhar e trabalham aprendendo. Aprendem com a vida e com as pessoas. Aprendem com os mais velhos e com os mais novos. Passam, enfim, a vida aprendendo.

E as organizações? Elas também aprendem?

Sim, não apenas aprendem, como são obrigadas a aprender, até por uma questão de sobrevivência. Elas aprendem a ouvir e a atender as necessidades do cliente, aprendem a modificar processos, a criar novos produtos e serviços.

As organizações aprendem especialmente porque há pessoas nas organizações,
pessoas que já aprenderam e que estão aprendendo
. O ambiente das organizações constitui-se assim num lugar especial onde há troca incessante de informação, conhecimento e saber."

No texto em questão, há relatos do Autor Peter Senge sobre as cinco disciplinas e os 10 desafios de mudança.

Indicamos a leitura para melhor compreensão do tema:


Foto retirada do site httpxpress.superpedido.com.brImagensCapas2009069788576843719.jpg em 21/10/2010 às 21h23

 

 A Quinta Disciplina


“À medida que o mundo se torna mais interconectado e os negócios se tornam mais complexos e dinâmicos, será mais fácil aprender no trabalho. Não basta ter uma única pessoa aprendendo pela empresa. Simplesmente não é mais possível encontrar soluções na alta gerência e fazer com que todos os outros sigam as ordens do “grande estrategista”.
“As organizações que realmente terão sucesso no futuro serão aquelas que descobrirem como cultivar nas pessoas o comprometimento e a capacidade de aprender em todos os níveis da organização”.

Fonte: SENGE, Peter M. A Quinta Disciplina. 25ª. ed. Rio de Janeiro: Best Seller, 2009.


As Cinco Disciplinas de Peter Senge...



Domínio Pessoal


Segundo Senge, “Domínio Pessoal é a expressão utilizada para a disciplina do crescimento e aprendizado pessoais”.

“As pessoas com altos níveis de domínio pessoal estão expandindo continuamente sua capacidade de criar na vida os resultados que realmente procuram”. “Da sua busca pelo aprendizado contínuo surge o espírito da organização que aprende”. (Senge, 2010)

Domínio Pessoal vai muito além das competências e habilidades de um indivíduo. As pessoas que possuem um alto nível de domínio pessoal são as pessoas criativas que para muitos chefes não deixam de ser sonhadoras, que expõem seus pensamentos sobre todas as situações e deixam de apenas concordar com o que seus gestores lhes pedem ou usam simplesmente a expressão “sempre foi assim, então faça assim”. Diferentemente das pessoas reativas.

Uma das características das pessoas que possuem alto nível de domínio pessoal é ver a realidade como de fato ela é. Partindo desse ponto, pode-se lançar uma estratégia para se chegar aos objetivos almejados pelo indivíduo e os recursos que são necessários.


Modelos Mentais


“São padrões que influenciam as atitudes e percepções dos indivíduos sobre o mundo”. “Muitas vezes estão arraigados não possibilitando conexões de ações, gerando resistências e impedindo a aprendizagem”. “O desafio a estes modelos é o questionamento das suposições, que podem assim abrir um mundo de oportunidades”. (SILVA, Anicleide. 2007)

Muito próximo do Domínio Pessoal, as pessoas que mais se destacam nas organizações, são as pessoas que possuem padrões de pensamentos que vão além do seu senso comum. São as pessoas que têm a capacidade de ver a realidade como ela é, criando em sua mente, possibilidades diferentes para solucionar diversos problemas.


Visão Compartilhada


“A visão compartilhada é essencial para a organização que aprende, pois fornece o foco e a energia para a aprendizagem”.

Visão compartilhada é algo que está muito ligado aos três pilares de uma empresa: Missão Visão e Valores. Pensar em visão compartilhada é pensar em “Como podemos promover o compromisso com o longo prazo”.

Os indivíduos da organização devem desenvolver um propósito e um comprometimento comum para que a empresa continue aprendendo. É através dela que se reúnem as condições para o crescimento individual grupal e organizacional, através de um processo aceito voluntariamente por todos. Depende muito de uma liderança eficaz.


Aprendizagem em Equipe


“A aprendizagem em equipe é o processo de alinhamento e desenvolvimento da capacidade da equipe de criar os resultados que seus membros realmente desejam. Ela se baseia na disciplina do desenvolvimento da visão compartilhada”.

Para ser mais claro, aprender em equipe é deixar de lado as idéias preconcebidas e buscar em conjunto o conhecimento.

As organizações que possuem um alto nível de aprendizagem em equipe conseguem transformar o conhecimento tácito em explicito, ou seja, compartilham o conhecimento que se encontra na cabeça de cada ser com todos da organização.


Pensamento Sistêmico


É a disciplina específica que proporciona aos indivíduos, e à organização como um todo, a capacidade de identificar e entender como as forças e os elementos estruturais de um sistema interagem para produzir os diversos fenômenos com os quais se deparam. Criar uma forma de analisar uma linguagem para descrever e compreender as forças e inter-relações que modelam o comportamento dos sistemas. É essa disciplina que permite mudar os sistemas com maior eficácia e agir mais de acordo com os processos do mundo natural e econômico.


Fontes e Referências:


Peter Senge - Biografia


Caros Leitores,

É com imensa satisfação que viemos trazer este conteúdo para conhecimento de vocês. Antes de falarmos e entrarmos em um determinado assunto é de suma importância, sabermos quem está por trás disto, o tema proposto: Aprendizagem Organizacional.

Peter Senge é referência mundial no que diz respeito à Aprendizagem Organizacional. Através das Cinco Disciplinas propostas pelo mesmo, em seu Livro “A Quinta Disciplina” ele diz que as organizações podem caminhar para tornar-se uma Learning Organization trabalhando cada disciplina. (Este conteúdo iremos trazer no próximo Post).

Já que falamos um pouco sobre ele, vamos nos aprofundar.



Foto retirada do site http://www.yourworkplace.ca/multimedia/2009/11_3/ConfPeterSEnge.png em 21/10/2010 às 21h05



Conhecendo um Pouco mais...


Nascido em 1949, estudou Engenharia em Stanford e dirige a consultora Innovation Associates. Professor e diretor do Centro para a Aprendizagem Organizacional no MIT, pragmático idealista, Senge divulgou no meio universitário e empresarial o conceito learning organization (organização em constante aprendizagem), que considera a fonte de vantagem competitiva do futuro. Autor dos best-sellers Fifht Discipline e The Fifth Discipline Fieldbook, defende que os novos desafios da nova era exigem não só a transformação radical dos negócios, mas também a das escolas e dos governos. Por isso, recomenda a formação de centros de mudança à escala global.


Bibliografia

The Fifth Discipline. Currency; 1st edition. January. 1994.
KLEINER, Art. et ali. The Dance of Change: The Challenges to Sustaining Momentum in Learning Organizations. Currency; 1st edition. March 1999.
CAMBRON, Nelda H. et ali. Schools That Learn: A Fifth Discipline Fieldbook for Educators, Parents, and Everyone Who Cares About Education. Currency; 1st Curren edition. September 2000.
DRUCKER, Peter F. Leading in a Time of Change: What It Will Take to Lead Tomorrow, Viewer's Workbook. Jossey-Bass; Workbook edition. February 2001.
Presence: Human Purpose and the Field of the Future. Society for Organizational Learning. March, 2004.
JAWORSKI, Joseph et ali. Presence : An Exploration of Profound Change in People, Organizations, and Society.
Currency. August  2005.
A quinta disciplina: Caderno de campo. Rio de Janeiro: Qualitymark, 1995.
A dança das mudanças. Rio de Janeiro: Campus, 1999.
CHOWDHURY, Subir; PRAHALAD, C.K. Administração no século XXI. São Paulo: Makron, 2002.
A quinta disciplina. Rio de Janeiro: Best Seller, 2002.


Fonte:

<http://www.historiadaadministracao.com.br/jl/index.php?option=com_content&view=article&id=86:peter-m-senge&catid=10:gurus&Itemid=10> Acesso em 21.10.2010 às 20:08

Apresentação de cada membro de nossa Equipe.

Caros, Saudações!


Somos alunos da Universidade Cidade de São Paulo, estamos cursando o 7º semestre de Administração. Nosso grupo é formado por 06 pessoas, sendo: Daniele Perin, Daniele Maffei, Elaine Freitas, Agatha Casado, Felipe Gonçalves e Monique Stofaleti.


Com o intuito de passar a imagem de cada integrante do Grupo, postamos abaixo, algumas características individuais e fotos de cada membro do Grupo.



                    Agatha Casado

















Idade - 26 anos;
Estado Civil – Solteira;
Cursando - Administração de Empresas pela UNICID;
Profissão – Bancária;
Ramo de Atuação - Cobrança Varejo;
Empresa - Banco Schahin;
Qualidade - Ser comprometida (conforme o conceito de visão compartilhada de Peter Senge) faço tudo o que está ao meu alcance para realizar minha obra e se as leis vigentes não permitirem, sou capaz de criar leis novas;
Defeito - Ser acelerada e um pouco estressada.


             Daniele Perin




Idade - 25 anos;
Estado Civil – Casada;
Cursando - Administração de Empresas pela UNICID;
Profissão - Micro Empreendedor Individual;
Ramo de Atuação - Construção Civil;
Empresa - Aplicadora Camargo;
Qualidade - Pró-Ativa;
Defeito - Necessidade de esclarecer rapidamente situações divergentes.


       Daniele Maffei

 



















Idade - 26 anos;
Estado Civil – Solteira;
Cursando - Administração de Empresas pela UNICID;
Profissão - Executiva de Contas;
Ramo de Atuação – Saúde;
Empresa - Grupo Intermédica Notre Dame;
Qualidade - Bom humor;
Defeito – Impaciente.


      Elaine Cristina Freitas





















Idade - 33 anos;
Estado Civil - Casada;
Cursando - Administração de Empresas pela UNICID;
Profissão – Bancária;
Ramo de Atuação - Instituição Bancária;
Empresa - Itáu Unibanco S/A;
Qualidade – Criatividade;
Defeito - Aversão à hipocrisia.




          Felipe Gonçalves





















Idade - 21 anos;
Estado Civil – Solteiro;
Cursando - Administração de Empresas pela UNICID;
Profissão - Assistente Comercial;
Ramo de Atuação – Seguros;
Empresa - RSA Seguros;
Qualidade - Ser uma pessoa compromissada;
Defeito - Achar que as coisas têm que ser do meu jeito.



 Monique Stofaleti
  




















Idade - 24 anos;
Estado Civil – Solteira;
Cursando - Administração de Empresas pela UNICID;
Profissão - Representante Comercial;
Ramo de Atuação – Saúde;
Empresa - SulAmérica Seguros Saúde;
Qualidade - Facilidade de me adaptar aos diferentes tipos de ocasiões de acordo com a necessidade;
Defeito - Odiar discussões, mesmo quando são necessárias, acabo deixando muita coisa de lado para não discutir.


Espero que com as informações acima, vocês, caros leitores, conheçam um pouco mais de cada membro da nossa Equipe e caso queiram entrar em contato, favor nos enviar um comentário direcionando a mensagem para quem diz respeito.


No próximo Post, iremos falar e passar algumas informações sobre o Autor Peter Senge, pessoa esta, que estamos nos baseando para discutir e trazer informações para vocês.



Até breve.